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10 Coisas que Bons Entendedores Fazem para Aprender Mais e Melhor

10 Coisas que Bons Entendedores Fazem para Aprender Mais e Melhor

Nunca antes houve tanta informação prontamente disponível ao nosso alcance. Nunca antes tivemos tantos recursos gratuitos para aprender novas habilidades e expandir nossas mentes. Mas com este acesso sem precedentes ao conhecimento, nunca antes houve tanta confusão sobre qual conselho seguir. O que separa as pessoas que parecem captar as coisas rapidamente e se fazerem notar em tudo o que se envolvem não é a forma como aplicam seus insights. Pelo contrário, é que elas aprenderam a aprender.

Conheça então as 10 coisas que esses aprendizes ágeis fazem de diferente para aprender qualquer coisa:

1. Use a regra 80/20

Em 1906, o economista italiano Vilfredo Pareto observou que 80% das terras na Itália pertenciam a apenas 20% da população. Observando mais a fundo, ele percebeu que 80% das ervilhas em seu jardim eram produzidas por 20% das vagens. Anos mais tarde, o economista Joseph M. Juran chamou a regra de “80/20” de “princípio de Pareto”. Especialistas em produtividade, como o autor de best-sellers Tim Ferriss popularizaram esta abordagem como um meio de aprender rapidamente. Por exemplo, quando se trata de aprender um idioma, uma boa pergunta para começar é: quais seriam 20% das palavras que são usadas ​​80% do tempo? Logo, a dica é: encontre a regra 80/20 no assunto de seu interesse. Quais são as principais ideias? Quais são os elementos mais importantes que produzem o maior retorno sobre o investimento? Comece por eles.

2. Encarar o fracasso como feedback

Nós muitas vezes tentamos evitar o fracasso a todo custo. Normalmente participamos em passatempos nos quais nos sentimos competentes e tentamos não nos aventurar fora de nossas zonas de conforto por medo de parecermos idiotas. Nós jogamos pelo seguro. Mas, nem sempre foi assim. Quando aprendemos a falar, murmuramos uma palavra por vez até chegarmos ao pont ode tagarelar por horas a fio a quem quisesse ouvir. Quando aprendemos a andar, engatinhamos primeiro, ficamos de pé e caímos centenas de vezes, às vezes prejudicando a nós mesmos, e tentamos novamente alguns minutos depois.

Agora pense em todos os passatempos que você teve na infância e adolescência – iô-iô, skate, desenho, instrumentos, esportes – a cada mês havia uma nova moda que cada criança tinha que experimentar. Estávamos animados para aprender, melhorar, ainda que isso significasse cair ao longo do caminho ou não. As maiores mentes da história mantêm essa curiosidade infantil ao longo de suas vidas. Thomas Edison, sem dúvida o maior cientista criativo de todos os tempos, correu para inventar a lâmpada antes de qualquer outra pessoa. Mas, antes disso, falhou 10.000 vezes.

Quando perguntado em uma entrevista como se sentia sobre seus fracassos, prontamente respondeu: “eu não falhei. Apenas encontrei 10.000 maneiras que não deram certo”. Moral da história: não há como haver aprendizagem sem falhas. Adote esse princípio na sua vida.

3. Simplicidade

A ideia de um super aluno que lê 15 livros sobre assuntos diferentes ao mesmo tempo enquanto aprende 10 línguas diferentes e escreve três romances, como sabemos, é um mito. A multitarefa leva a um desempenho ruim. Um estudo realizado pela Universidade de Londres descobriu que as pessoas que liam emails enquanto realizavam tarefas que exigiam concentração perderam 10 pontos de QI. Se você não dormir por 36 horas, também perderá 10 pontos de QI. Se você fuma maconha, perderá quatro pontos de QI. Muitas distrações nos faz menos acurados.

Super alunos, como era o caso de Leonardo da Vinci, passavam por períodos de imersão intensa. Embora ele seja famoso por ser um cientista e um artista, da Vinci não tinha interesse em matemática até os 40 anos. Então, ele passou cinco anos aprendendo tudo o que podia sobre o assunto. Com o aprendizado, é preciso simplificar. Devemos concentrar toda a nossa atenção para um tema de cada vez. Levar muitas tarefas ao mesmo tempo enfraquece nossa capacidade de aprender.

4. Pergunte o “por quê” 5 vezes para se aprofundar

Quando vemos alguém realizar um truque de mágica, somos normalmente apresentados a três atos: a promessa, a demonstração e o prestígio. Para o mágico, no entanto, raramente existem apenas três atos, mas dezenas. Entre o A e B há um A1, A2 e A3, que o público nunca vê.

Bons alunos se aprofundam no que é apresentado apenas na superfície. Aprendizes ágeis perguntam o por quê várias vezes, mesmo quando eles pensam que sabem a resposta. Eles investigam as coisas mais a fundo. Saber não é suficiente, temos que entender. Da próxima vez que você for apresentado a um assunto que queira aprender, pergunte o “por quê” 5 vezes para se aprofundar.

5. Mantenha uma atitude positiva

O psicólogo Martin Seligman já pesquisou muito sobre o otimismo aprendido. Enquanto todo mundo tem a sua forma de ver as coisas, todos podem melhorar seus níveis de otimismo. Se você quer ser um ágil aprendiz, o otimismo deve ser uma das primeiras coisas depreendidas. Os otimistas não se sentem felizes o tempo todo. Os otimistas sentem a mesma quantidade de emoções negativas que os pessimistas. A diferença é que os otimistas se recuperam mais rápido. Se você se depara com um revés, uma rejeição, ou uma falha – sendo tudo isso inevitável ​​no processo de aprendizagem – o mais provável é que você os interprete como um feedback útil.

Podemos aprender a nos tornarmos mais otimistas simplesmente desafiando nossos processos de pensamento instintivo. A próxima vez que receber uma nota baixa em um exame em vez de instintivamente pensar: “eu sou ruim e nunca vou melhorar”, desafie essa afirmação: “será que estudei tanto quanto poderia? Nunca vou melhorar? Nem mesmo se eu passar mais mil horas praticando?”

6. Pratique o que foi aprendido

Daniel Coyle, em seu livro “O Código de Talentos”, explica os 3 componentes essenciais da aquisição de habilidades como sendo a paixão, muita prática e o coaching. A teoria sem a prática é um enorme desperdício de tempo. Benny Lewis, autor de um blog popular de aprendizagem de idiomas, disse que viveu na Espanha por seis meses e participou de cursos de espanhol, mas ainda tinha um espanhol terrível. Ele tomou a simples decisão de começar a falar todos os dias, mesmo que parecesse um idiota. Em menos de três meses, ele era fluente no idioma.

Somos seres físicos. A fim de internalizar as lições temos que fisicamente seguir os movimentos. Imagine tentar aprender a tocar piano, ler sobre a notação musical, ou entrar em uma luta de boxe, depois de ler sobre a forma de dar um soco. Isso nunca vai funcionar.

Há uma razão para o ditado “a prática leva à perfeição”. Ninguém nunca diz: “ler a teoria leva à perfeição”.

7. Busque aconselhamento com especialistas

A maior parte dos grandes aprendizes em suas área de atuação possuíam mentores. No livro de Robert Greene, “Mastery”, totalmente dedicado ao assunto, ele separa um terço do livro para tratar do que chama de “O Aprendiz Ideal”. Greene acredita que ter especialistas e mentores é inestimável quando se trata de aprendizagem:

“Nas histórias dos maiores mestres, passado e presente, podemos detectar inevitavelmente uma fase em suas vidas em que todos os seus poderes futuros estavam em desenvolvimento, como a crisálida de uma borboleta. Esta parte de suas vidas – um aprendizado auto-dirigido que dura cerca de cinco a dez anos – recebe pouca atenção, porque não contém histórias de grandes conquistas ou descobertas. Muitas vezes, em sua fase de aprendizagem, esses tipos ainda não são muito diferentes de qualquer outra pessoa. Sob a superfície, no entanto, suas mentes estão se transformando em formas que não podemos ver, mas que contêm todas as sementes do seu sucesso futuro”.

A grande vantagem de viver na era da informação é que há uma abundância de especialistas com os quais aprender. Enquanto ter aulas com um mestre é útil, não é essencial. Podemos encontrar mentores no YouTube, ou em livros que podemos aprender por imitação. Como um aspirante a artista, muitas vezes copio as obras de Leonardo da Vinci. Greene resume a fase de aprendizagem da seguinte forma: “O princípio é simples e deve ser gravado profundamente em sua mente: o objetivo de um aprendizado não é dinheiro, uma boa posição, um título ou diploma, mas sim a transformação da mente e do caráter – a primeira transformação no caminho da maestria”.

8. Não finja entendimento

Cometi esse erro quando pratiquei mergulho em Chipre. Sonhava durante todo o seminário com a expectativa de aprender enquanto estivesse na água. Isso foi um grande erro. Quando você tem equipamentos pesados nas costas, estar a apenas alguns metros de profundidade é como estar no fundo do oceano. Foi aterrorizante.

Em um navio, quando uma ordem é dada é sempre repetido para o capitão. O capitão precisa saber que você entendeu a instrução. Essa regra surgiu porque as pessoas concordavam de forma complacente sem realmente entender o que o capitão queria que elas fizessem. Quantos acidentes tiveram que acontecer por conta disso?

Aprendemos tão bem quando crianças porque não temos o problema da auto-imagem. Nós não estamos tentando ser vistos como inteligentes. Se uma criança não entender alguma coisa, normalmente ela fará um milhão de perguntas até que tenha entendido. Fingindo entender alguma coisa, você estará se prendendo a uma necessidade egoísta de parecer esperto. Aprendizes ágeis aproveitam o pouco que sabem para aprender mais.

9. Equilibre o ceticismo com a mente aberta

Leonardo da Vinci disse: “Estude a ciência da arte e a arte da ciência”. 

Einstein disse:

“A coisa mais bela que podemos experimentar é o mistério. É a fonte de toda arte e ciência mais verdadeiras”.

Ambos os mestres eram científicos e criativos em doses iguais. Eles sabiam como ser científicos, mas também sabiam os limites da lógica quando comparada com a imaginação. Para ser um aprendiz ágil você tem que tratar cada ideia passada, não importa se pareça à primeira vista, com uma pitada de sal, e, ao mesmo tempo respeitando-a o suficiente para testá-la. Se descartar uma ideia muito rapidamente, estará sendo muito cético. Se for sugado para uma ideia muito rapidamente e deixá-la começar a dominar sua vida, você está sendo muito sugestionável e de mente muito aberta. Um aprendiz ágil leva o que funciona, descarta o que não funciona, e segue em frente.

10. Pequenas recompensas

Olhando de fora, o videogame parece ilógico. Nós escolhemos gastar centenas de horas realizando tarefas que não precisam ser feitas, que não melhoram nossas vidas fora do jogo, e pagamos para fazê-las. O segredo dos videogames é o equilíbrio entre a recompensa e o desafio. Quando você está jogando um game, não precisa esperar até o final do mês para receber sua recompensa. Você pode obtê-la imediatamente. Há um ciclo de realimentação contínua durante toda a tarefa, mais ou menos como ter um mentor oferecendo um feedback para que você siga adiante.

Precisamos equilibrar nosso aprendizado com recompensas para nos sentirmos motivados o suficiente e saber o que precisamos aprender. E a recompensa de cada um pode ser um pouco diferente. Para alguns, é receber uma xícara de café depois de uma hora de prática. Para outros, será mostrar o que aprenderam em um desempenho de algum tipo. Lance-se o desafio: descubra o que a sua recompensa poderia ser e implemente-a em seu programa de aprendizagem.

Fonte: LifeHack

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Laura Lopes

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