5 Mitos sobre o Google Plus

5 Mitos sobre o Google Plus

Se você está entre os muitos que dizem “Por que eu deveria me importar com o Google Plus? É apenas mais uma rede social”, pode supor também que a plataforma de conteúdo seja uma cidade fantasma que serve apenas a nerds e geeks em geral. Provaremos que este raciocínio é equivocado – ou, ainda, que você talvez esteja subestimando o valor dessa poderosa rede social.

Para tanto, analisaremos 5 mitos sobre o Google Plus:

Mito 1: O GooglePlus é uma “cidade fantasma”

A grande mídia é particularmente apaixonada por este mito. Um fato importante: 300 milhões de usuários ativos mensais é uma enorme população para uma cidade fantasma. Tudo bem que o Facebook ainda é a rede social mais usada no Brasil, e este fato represente um crescimento menor por aqui. Ainda assim, é bastante relevante (sobretudo por outros fatores que analisaremos a seguir neste post).

Vic Gundotra, chefe de social media no Google, informou em outubro de 2013 que o Google Plus desfrutou de um aumento de 58% em número de usuários entre maio e outubro de 2013. A plataforma agrega 540 milhões de membros, dos quais 300 milhões são usuários ativos mensais.

 

Mito 2: O GooglePlus é apenas mais uma rede social

O Google Plus possui um forte apelo social, mas na verdade representa a maior mudança nas comunicações desde a criação do website interativo. A interação social é uma parte preponderante do Google Plus, mas lembre-se que a plataforma também é integrada ao Gmail, ao YouTube (propriedade do Google), Google Analytics, Google Images, Google Maps, Google Earth, Google Finance, Google Drive, Google Wallet e – talvez o mais importante – ao Google Search. Em outras palavras, o Google Plus é o portal para todo o ecossistema de serviços desenvolvido pela gigante das buscas na web.

O algoritmo de busca do Google favorece o conteúdo que se origina no Google Plus. A busca do Google procura por relevância, engajamento e resposta. O conteúdo original alcança maior ranking nos resultados de pesquisa quando os usuários se envolvem com ele, compartilhando-o ou comentando-o.

Isso significa que um post do Google Plus que recebe muitos “+1s” e compartilhamentos passará a ter mais peso e melhor rankeamento nas pesquisas. O novo algoritmo de busca do Google também pesa a frequência de postagens, além da originalidade do conteúdo. Ao contrário do Facebook, que cortou o acesso do Google aos seus dados em 2011, todos os dados do Google Plus são totalmente acessíveis à pesquisa do buscador, pois afinal o Google Plus pertence ao Google.

Muitos profissionais da web sabem que as postagens do Google Plus aparecem na pesquisa do Google quase que instantaneamente. Em parte, a razão disso acontecer é que a cada post no Google Plus é atribuído um URL próprio, que é então tratado como um post de blog. A saber, o recurso de pesquisa do Google Plus foi adicionado no início de outubro de 2011.

Mito 3: O GooglePlus é uma comunidade de nerds e geeks

O GooglePlus hospeda comunidades sobre temas que vão de gestão de tecnologia à gestão de negócios, empreendedorismo e eventos de diversos tipos. Estas comunidades proporcionam fácil acesso ao networking com influenciadores e especialistas de cada área do conhecimento. O Google Plus aceita a criação de comunidades públicas e privadas, tornando-se um grande recurso para se conectar com prospects, clientes e fornecedores.

A privacidade e a filtragem possibilitam uma discussão mais focada. Uma característica fundamental: nas comunidades formadas no Google Plus, as associações entre usuários podem usar convites somente para convidados ou “Hangouts” públicos – sendo este considerado a melhor plataforma de vídeo da atualidade – para diversas finalidades envolvendo ensino, demonstrações, apresentações e muito mais, para um público seleto e engajado a uma causa ou tema específico.

Mito 4: O Google Plus é muito difícil de usar

Há uma curva de aprendizado bastante íngreme no Google Plus, mas isso é porque ele contempla muitos recursos úteis – e todos gratuitos. Infelizmente, o próprio Google tem contribuído para este mito porque a empresa simplesmente não tem feito um bom trabalho de explicar a sua nova plataforma.

Basicamente, o usuário extrai do GooglePlus aquilo que colocar lá, sendo que leva algum tempo para aprender a usar a plataforma de forma eficaz. É preciso um pouco de paciência, mas muitas das ferramentas que o Google Plus fornece são exclusivas para a plataforma e elas trabalham de forma integrada com outros produtos do Google, incluindo o Google Apps para as empresas.

Entre as ferramentas mais bacanas do Google Plus estão:

Hangouts – plataforma móvel gratuita para vídeo-conferência, eventos ao vivo, transmissões e colaboração em tempo real. Os hangouts são, indiscutivelmente, a melhor plataforma de vídeo-conferência já criada, e está também perfeitamente integrada ao YouTube.
Círculos compartilhados – o usuário pode compartilhar um círculo de contatos que tenha criado, dessa forma fazendo um networking simples e rápido.
Eventos ao vivo – uma solução de compartilhamento única que torna a interação fácil antes, durante e após o evento. Esses eventos podem ser públicos ou privados e permitem o compartilhamento colaborativo de documentos, apresentações e muito mais.
Pesquisas internas – é fácil encontrar conteúdo no Google Plus. Afinal de contas, ele é parte da pesquisa do Google.
• Autoria de artigos (Google Authorship) – você provavelmente já viu resultados de pesquisa por artigos ou posts que incluem pequenas fotos de perfil ao lado deles. Essas são as fotos de perfil do Google Plus do autor (e atente para elas, pois também entra no critério de relevância de rankeamento do buscador).

O Google Authorship conecta o conteúdo original que você criar (em seu próprio site ou em sites de terceiros) para o seu perfil do Google Plus, e o indexa à busca do Google.

Mito 5: Comunidades GooglePlus não são diferentes de grupos no Facebook e LinkedIn

As comunidades do Google Plus possuem características que não são encontradas em qualquer outra plataforma social. Facebook ou LinkedIn são plataformas independentes, enquanto que o Google Plus é a evolução do Google, e a porta de entrada para a pesquisa do buscador. Com suas últimas atualizações, apenas 2,5% de seus seguidores no Facebook estarão propensos a ver seus posts entre vídeos de gatos, fotos de bebês e memes que cada vez mais obstruem o fluxo de conteúdo “relevante”.

Contudo, o Facebook quer que você pague para promover seus posts para que mais de seus fãs os vejam, além da compra de publicidade. Ao contrário dos grupos do LinkedIn (em que apenas perfis individuais podem participar de grupos), o Google Plus permite que as organizações criem comunidades e participem de discussões. Já o Google Plus permite criar não só comunidades públicas, mas também aquelas em que o moderador precisa aprovar os membros, além de comunidades totalmente privadas.

A beleza das comunidades privadas é que nessas comunidades, e os posts dentro delas, não aparecem nos resultados de pesquisa do Google. Dessa forma, o privado permanece privado. Seu ranking de busca vai sofrer se você não usar o Google Plus. Aqui está a moral da história: se você não usar o Google Plus, irá perder nos rankings de busca em relação a sites que o fazem. Esse fato foi confirmado pelo co-fundador e ex-CEO do Google, Larry Page, que disse: “se você ignorar o Google Plus, o Google Search irá ignorá-lo também”. Vai arriscar?

Fonte: Social Media Today

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