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Afinal, porque seus contatos de negócios ignoram seus e-mails?

Afinal, porque seus contatos de negócios ignoram seus e-mails?

Contatos de negócios e carreiras

A força de uma empresa e de uma carreira é dependente das relações que foram conquistadas ao longo dos anos. Mesmo assim, a maioria das pessoas deixa os contatos importantes saírem do radar, muitas vezes por anos a fio.

Mas eis que algo acontece e “de repente” volta com força o desejo de retomar contato com alguém que foi negligenciado no passado porque – vamos aos fatos – havia melhores coisas a se fazer do que manter o relacionamento vivo e atualizado.

O escritor e consultor de carreira e negócios Geoffrey James frequentemente se depara com situações desse tipo em e-mails que recebe de seus leitores e clientes. E também faz críticas construtivas a fim de ajudar as pessoas a evitar esse tipo de situação tão desagradável para ambos os lados. Como exemplo, Geoffrey cita um tipo de comunicação por e-mail bastante comum nestes casos:

Assunto: Quanto tempo!

Ei, Fulano de Tal,

Espero que você esteja bem!

Comecei a vender cupcakes e adoraria explicar por que nossos cupcakes são os melhores do mundo! Como podemos marcar um horário em sua agenda? Você pode entrar em contato comigo pelo 888-555-1234 ou acessar nosso site: www.cupcakes.com.

Espero que possamos nos encontrar em breve!

Atenciosamente,

Fulano de Tal
Cupcakes
[endereço]
[site]

E-mail

Um e-mail como esse quase nunca obteria uma resposta, principalmente porque a mensagem oculta é: “a única razão pela qual estou contatando você é porque quero algo de você.” Inobstante, algumas outras razões para que esses e-mails não sejam respondidos incluiriam:

  • O e-mail diz respeito ao remetente e apenas ao que o remetente deseja, o que é irrelevante para o destinatário.
  • O tom da falsa simpatia é insultante e até um pouco repugnante. O desfecho fulminante é o “sinceramente” do final, obviamente automático da mensagem.
  • O pedido para marcar um horário na agenda e, portanto, a perda de tempo da outra pessoa (e também de dinheiro) é completamente fora de contexto.
  • O “Assunto” é irrelevante para o destinatário e ainda o faz recordar que o remetente negligenciou manter o relacionamento.
  • O e-mail comete o erro comum de ter muitas chamadas para ação, o que tende a reduzir a taxa de resposta (muitas escolhas).
  • A sentença final não é apenas egocêntrica, mas presunçosa. Depois desta exibição desavergonhada de “eu eu eu”, porque alguém iria querer responder?


Ainda que os pontos acima sejam suficientemente didáticos sobre o que não se deve fazer ao longo da sua carreira, Geoffrey James reporta que são muito melhores do que a média.

Muitos desses e-mails contêm listas de desejos, jargões e spams que levam o destinatário a apertar a tecla delete imediatamente sem nem ler até o fim.

Mas, nem tudo está perdido: Geoffrey sinaliza que é relativamente fácil restabelecer a comunicação com um contato comercial negligenciado.

O segredo, diz ele, é 1) não falar de si mesmo; 2) colocar de lado a sua própria agenda; e 3) manter-se curioso sobre o outro.

Fonte: INC.com

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Laura Lopes

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