Como Melhorar a Eficácia no Processo de Inovação

Como Melhorar a Eficácia no Processo de Inovação

Ninguém é capaz de ficar parado em um ambiente de negócios que se move rapidamente. Como empreendedor ou líder empresarial, você certamente tem buscado maneiras de inovar. “Uma inovação é algo original, novo e importante – em qualquer campo – que se quebra em (ou obtém uma posição) em um mercado ou sociedade”. Nesta definição de Frankelius, estudioso do tema, as palavras “original, novo e importante” são vitais.

Quando há uma necessidade de se chegar com algo novo, as pessoas geralmente começam por organizar um brainstorming. Ironicamente, nem sempre algo inovador se materializa nessas ocasiões. E é por isso que o brainstorming tem conotações negativas para muitas empresas. É porque ele trata-se do mesmo grupo de colegas que costumam ficar juntos sem qualquer preparação para o brainstorm. Você pode pensar que o problema é a sua incapacidade de gerar novas ideias. Mas você estaria enganado.

O problema é a incapacidade de abandonar velhas ideias! Há uma citação do empresário norte-americano Dee Hock, em que diz: “O problema nunca é como obter pensamentos novos e inovadores pipocando na mente, mas como expulsar os mais obsoletos. Cada mente é um edifício cheio de mobiliário arcaico. Limpe um canto da sua mente e a criatividade irá preenchê-la instantaneamente. Depois de conseguir expulsar velhos padrões da sua mente, novas ideias irão se instalar automaticamente”.

A inovação é difícil de dominar. É realmente um ato de equilíbrio. E se resume em:

Encontrar o equilíbrio certo entre os negócios de hoje e os negócios de amanhã;
Encontrar o equilíbrio certo entre a criatividade e a realidade empresarial;
Encontrar o equilíbrio certo entre o ‘fora da caixa’ e ‘dentro da caixa’;
Encontrar o equilíbrio certo entre o pensamento inovador e viabilidade;
Encontrar o equilíbrio certo entre os interesses dos consumidores e os interesses da empresa;
Encontrar o equilíbrio certo entre quebrar as regras e ajustar padrões existentes;
Encontrar o equilíbrio certo entre riscos e benefícios;

Pesquisas mostram que apenas um em cada sete projetos oficiais de inovação alcançam o sucesso no mercado. Apesar de um grande número de pessoas que trabalha com inovação afirmar que devemos abraçar o fracasso, o ideal é melhorar a taxa de eficácia na inovação. A missão de Gijs van Wulfen nos últimos 10 anos tem sido a de estruturar o início caótico da inovação com base em uma metodologia que torna menos complexo dominar essa arte. Wulfen acredita que começar a inovação de uma forma melhor estruturada é capaz de melhorar os resultados ao final do pipeline.

A metodologia para o início do processo de inovação é chamada de FORTH – sigla em inglês correspondente a cada uma das 5 etapas: iniciar “a todo vapor”, observar e aprender, levantar ideias, testá-las e aplicá-las. O FORTH foi desenvolvido na prática e é utilizado com sucesso na Europa por mais de 30 organizações, tanto em mercados B2B como B2C e em setores sem fins lucrativos. Os resultados desta expedição pela inovação são conceitos inovadores, que se encaixam na realidade “dentro da caixa” de uma organização, caso contrário, nada iria acontecer. É por isso que os negócios se iniciam na forma de “mini” cases de novos negócios. Na prática, o candidato leva cerca de 15 semanas após o pontapé inicial do projeto para retornar com 3 a 5 novos mini cases de negócios. Com esta abordagem estruturada é possível melhorar a eficácia na inovação. Gijs van Wulfen compartilha 20 listas de verificação sobre a metodologia. Mãos à obra e boa diversão!

Fonte: LinkedIn Articles

 

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