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Coworking oferece mais que um espaço de escritório compartilhado

Coworking oferece mais que um espaço de escritório compartilhado

Coworking profissional

O coworking é um modelo de trabalho que promete melhorar a produtividade enquanto filosofia de vida: uma equação que pode render bons frutos não somente para profissionais, mas também para as empresas da era digital.

Se você é um empreendedor ou representante de uma empresa com funcionários remotos que desejam um ambiente de trabalho informal – e nem por isso menos profissional – ou uma startup pequena demais para manter um escritório próprio, é hora de pensar em se beneficiar do coworking.

Para depreender como seria essa experiência, Matthew Heusser, jornalista do portal CIO internacional, conviveu durante uma semana em um coworking space nos Estados Unidos.

Suas impressões foram as mais diversas. Começa comparando os três espaços típicos para se trabalhar: um escritório tradicional, o home office e um “internet café” (estes últimos já velhos conhecidos da maioria das pessoas que buscam novos meios de interação).

Para ele, cada um possui certos tipos de perturbações peculiares. Enquanto que no coworking – definido também como uma “nova estratégia” para se fazer bons negócios – grupos de pessoas de diferentes empresas e expertises dividem um grande espaço de escritório compartilhado.

Um escritório de coworking além de oferecer toda a infraestrutura de um escritório convencional, permite uma convivência frutífera para o compartilhamento de ideias e experiências.

Escritório compartilhado

Matthew entrevistou Aaron Schaap, dono da The Factory, um espaço de coworking localizado em West Michigan, Estados Unidos.

Para ele, “quando as pessoas trabalham juntas, acabam sempre se trombando e fazendo perguntas umas para as outras sobre os mais variados assuntos”.

E filosofa: “a partir dessa ideia, o que realmente vendemos não é espaço, mas uma espécie de acaso. Um profissional aluga uma mesa nesse escritório compartilhado, mas a quantidade de pessoas com as quais ele tromba ao longo do dia ou da semana é surpreendente e acontece de forma natural”.

Filosofia, aliás, bastante coerente com a era digital e sobretudo social em que vivemos.

Schaap explica que o objetivo não é simplesmente vender espaço na mesa ou acomodações, mas sim recrutar pessoas que desejam pertencer a uma comunidade.

“Organizamos almoços comunitários às quartas-feiras; mantemos uma lista de discussão da comunidade; ou você pode simplesmente esbarrar em alguém no café e ter uma boa conversa”, diz ele.

Para manter a comunidade ativa, a The Factory costuma ceder espaço à noite para reuniões de grupos de empreendedores de tecnologia como o Grand Rapids Web Developers Group, StartUpWeekend e CodeForAmerica.

Alternativa a Home Office

Em sua experiência em um coworking space, ou escritório compartilhado – como o modelo também é conhecido no Brasil – o jornalista da CIO dividiu uma estação de trabalho sentando-se ao lado de dois programadores.

Um deles, Andrew Heckman, contou que trabalhava para uma organização sem fins lucrativos, através da qual sempre estava presente em diversas conferências.

Em uma dessas ocasiões, foi apresentado à Healthworks HMC, seu empregador atual. O único problema: a HMC fica na Flórida, enquanto ele reside em West Michigan.

Heckman conta que trabalhou em casa durante três meses, mas não se adaptou à rotina. Para ele, parecia algo “incerto”, já que o tempo que reservava para o trabalho e para a vida pessoal não parecia muito claro, e a vida social era inexistente.

Foi então que resolveu aderir ao coworking.

“O benefício imediato é simplesmente conviver com outras pessoas. Aprendi muito sobre dinâmica de memória em Python [linguagem de programação]”, conta ele.

“As conversas podem ser ensejadas por algo tão simples como ‘o que você achou desta abordagem de design?’; e imediatamente a partir disso posso colher a opinião de outra pessoa, sob uma perspectiva diferente.

Algo que não seria possível se fosse o único programador de uma pequena empresa, ou se trabalhasse sozinho em casa”.

“Compare o preço de um escritório compartilhado que alugamos aqui com a manutenção de um escritório convencional. Mantendo toda a infraestrutura necessária, energia elétrica e serviços de limpeza, você vai descobrir que um espaço de coworking é um grande negócio para qualquer empresa”, defende Dave Brondsma. Ele compartilha espaço com Heckman na mesma mesa.

Acesse a matéria completa no portal CIO [em inglês].

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