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Espaços Coworking: Escritório flexível é novo normal

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Os espaços coworking com salas privativas nasceram e cresceram com as ideias da economia do compartilhamento, onde o uso é mais importante que a posse.

Um escritório flexível sempre foi o desejo de muitas empresas. Principalmente as startups, mas não só elas, tem plena consciência que o ambiente dos negócios é dinâmico.

Com isso, escritórios podem ficar pequenos ou grandes, demandando mudanças, Além disso, um investimento caro em infraestrutura pode ser rapidamente perdido, jogando pelo ralo um capital precioso.

A alternativa de trabalhar em um local provisório, mal localizado e estruturado, tira competitividade do negócio.

Espaços Coworking

O Covid-19 lançou mais argumentos nesse caminho, pavimentando uma solução que permita as empresas crescer ou diminuir, com menos investimentos e burocracia, sem perder infraestrutura. Enfim, um escritório flexível, sem burocracia.

A alternativa do home office parcial, diminuiu o tamanho das salas privativas, facilitando a acomodação das empresas em espaços coworking.

Ao mesmo tempo, o uso dos espaços coworking permite que uma empresa tenha uma sala privativa em mais de uma localização, diminuindo riscos de parada em sua operação.

Salas privativas e Sanitização do escritório

Salas privativas em coworking permitem que a sua equipe trabalhe focada, com conforto e segurança.

Uma administração profissional cuidará da infraestrutura. Por exemplo, garantirá que todas as salas privativas estejam limpas e adequadas para o trabalho.

A sanitização diária é outro cuidado que será rotina. Sempre com produto desinfetante de última geração, registrado na Anvisa, com laudo de eficácia contra diversos microrganismos, inclusive o Coronavírus, o Zika vírus, o vírus Influenza, o Sarampo, a Rubéola e Hepatite B e C.

Escritório flexível

Para investir em um escritório próprio, uma empresa precisa estar segura do ritmo dos seus negócios.

Neste exemplo,  deve examinar todos os custos que ficam escondidos. Em primeiro lugar, considerar os gastos de aluguel, condomínio e IPTU, obrigações que serão fixadas em contratos com duração em média de 36 meses. Em segundo lugar, os custos dos serviços como limpeza, internet, manutenção, seguros, fianças, eletricidade. Além disso, mas não menos importante, os custos de administração do escritório e os impactos financeiros do investimento para implantação (obras, móveis, redes de internet, equipamentos, etc).

Se as contas forem feitas, para equipes com menos de 30 pessoas, os espaços de coworking serão soluções mais eficientes e com preço mais acessível.

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