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Franquias contam como conseguiram crescer na crise de 2016

Franquias e novos negócios

PIB em queda, inadimplência, altas taxas de juros (Selic), desemprego, altos índices inflacionários e alta do dólar são, como todos sabemos, indicadores ruins para a economia brasileira e, consequentemente, para abrir novos negócios.

Notícias negativas em meio à crise econômica não faltaram em 2016, principalmente para os empreendedores.

Para 2017 não deve ser muito diferente e segundo estimativas coletadas pelo Banco Central e divulgadas através de um relatório de mercado chamado “Focus” no início de dezembro, espera-se pouca expansão econômica para 2017.

Mesmo em um cenário de total instabilidade, algumas franquias tiveram que sair da sua zona de conforto e passaram a tomar atitudes pró-ativas para não sucumbirem.

Hoje colhem os frutos através dos bons resultados obtidos e contam como conseguiram se sobressair, o que puderam aprender em 2016 e quais são os planos para 2017.

Confira alguns depoimentos e se inspire.

Negócio crescendo em 2016

MTCred

Raniery Queiroz, Presidente da MTCred

Franquia de assessoria de crédito pessoal teve um crescimento de 300% em relação a 2015, saltando de 8 para 24 franquias, sem contar as 10 próprias, totalizando 34 unidades da rede espalhadas pelo Brasil.

Este ano alcançaram um faturamento de 156 milhões de reais, tudo graças à reestruturação interna, uma redução de 50% dos royalties para os franqueados e novos modelos de franquias, aumentando o lucro de cada unidade de negócio e atraindo novos parceiros para a rede.

Para 2017 a rede espera abrir 100 novas unidades e crescer 300% em número de franquias e faturamento.

“A crise tem seu lado positivo para os negócios, ela nos dá abertura para renegociar com fornecedores, enxugar despesas desnecessárias e motivar nossa equipe a entregar um resultado per capita maior, há também uma grande disponibilidade de mão de obra qualificada com um custo menor. A principal iniciativa em nossa área comercial foi a criação da Franquia Smart”, diz Raniery Queiroz, presidente da MTCred.

Mary Help

José Roberto Campanelli, fundador da Mary Help

Na Mary Help, franquia especializada em serviços de profissionais diaristas e seleção de mensalistas, a crise econômica que atingiu milhares de empresários brasileiros, passou longe. A rede saltou esse ano de 38 para 57 unidades de negócio em todo o Brasil, crescendo 50%. Segundo José Roberto Campanelli, fundador da Mary Help, a rede cresceu de maneira significativa porque muitas pessoas que perderam os empregos estão procurando franquias mais baratas como alternativa para investir.

Atualmente, a Mary Help fatura em torno de R$ 17 milhões com suas unidades em operação.

Esse número deve crescer em torno de 50% no próximo ano, conquistando cerca de 30 a 40 novas unidades.

“Mais importante que o número de unidades é a consistência com que a rede cresceu e a qualidade dos serviços prestados pelos franqueados aos seus clientes.

De maneira diferente do que acontece em outras redes de franquias, nunca foi interesse crescer de maneira abrupta, negligenciando o desenvolvimento sustentado dos negócios, a assistência aos franqueados e a satisfação dos clientes.

Hoje a Mary Help faz mensalmente o agenciamento de quase 1500 profissionais diaristas e 14 mil diárias em residências e empresas.

Na avaliação constante de pós-vendas com clientes o índice de satisfação chega próximo a 9,5.” – José Roberto Campanelli, fundador da Mary Help.

 

Só Varais

Williams Duarte, diretor comercial da Só Varais

Especializada na instalação, manutenção, consultoria e comercialização de varais, a Só Varais foi outra franquia que não se deixou levar pela crise.

A rede cresceu cerca de 8% com relação ao ano passado e atendeu em média 750 clientes por mês, incluindo vendas físicas e online.

Para superar a crise econômica, a Só Varais realizou promoções – ao adquirir um varal, o cliente ganhava a instalação e prendedores de brinde, investiu em novos modelos de varais, deixou fornecedores de lado e apostou na fabricação própria de alguns itens, contratou mais funcionários, criou um departamento de expansão de negócios dentro da própria rede, participou de eventos e realizou treinamentos para melhor atender seus consumidores.

“A crise econômica está deixando um importante legado para o Brasil, que está mudando a forma de pensar e agir e especialmente os empreendedores estão aparecendo cada vez mais. Ela nos ensinou, sobretudo, que precisamos nos reinventar, investir em novas estratégias para alavancar os negócios, seja com o lançamento de produtos ou com novas iniciativas e campanhas de marketing” – Williams Duarte, diretor comercial da Só Varais.

Com uma unidade piloto e outra franqueada em São Paulo, a Só Varais pretende em 2017 conquistar mais 13 novos franqueados.

 

SuperGeeks

Marco Giroto, fundador da SuperGeeks

A primeira e maior escola de programação e robótica (Ciência da Computação) para crianças e adolescentes do Brasil – SuperGeeks, também cresceu bastante em 2016. A rede abriu 25 novas unidades de negócio, registrando crescimento de 625%, sendo o faturamento proporcional.

Um dos fundadores da SuperGeeks, Marco Giroto, conta que a crise fez com que muitos pais de alunos percebessem a importância da qualificação educacional, pois sabem que se no futuro o país enfrentar novas crises, seus filhos estarão preparados para passar por elas sem muitos percalços.

“A SuperGeeks começou na crise, que teve seu auge em 2016, e com certeza impactou um pouco, porém, por se tratar de algo novo, a quantidade de alunos que se matricularam conosco foi muito boa.

A tendência agora é um crescimento maior em número de alunos do que foi em 2016.

Nossa estratégia para se manter a frente é continuar sendo a melhor escola e isso só se consegue com material didático de primeira, instrutores altamente qualificados, pedagógico excepcional e cursos avançados que não se encontram nem em países de primeiro mundo.

Existem muitas escolas com conceitos parecidos, mas qualidade diferente e quando falamos em educação, qualidade é o ponto primordial” – Marco Giroto, um dos fundadores da SuperGeeks.

A SuperGeeks já tem percebido uma melhora para 2017 através das rematrículas de alunos, que são maiores do que as realizadas no final de 2015.

A expectativa da rede de franquias que conta com 30 unidades de negócio, é ter 80 em 2017.

A rede já está se preparando para uma demanda 30% maior devido principalmente ao lançamento de três novos cursos.

Tutores

André Luiz da Silva, Gerente da Tutores da franquia
André Luiz da Silva, Gerente da Tutores da franquia

Diferente de 2015, a Tutores – franquia de educação complementar voltada para o reforço escolar multidisciplinar, registrou em 2016 um aumento de 22% no número de cadastros de alunos.

A crise econômica fez a rede de franquias colocar em prática iniciativas para um mapeamento mais minucioso de todas as áreas pelas quais era possível ter unidades de negócio, principalmente em cidades menores e adaptou a taxa de franquia e royalties.

A marca também investiu fortemente em capacitação no intuito de qualificar mão de obra e auxiliar os franqueados em suas demandas de negócios.

“Toda crise econômica é um sinal de alerta, seja ela temporária ou não. Além das prevenções com redução de custos e mapeamento de perdas, é fundamental extrair oportunidades que só são encontradas em momentos como esse. No franchising somos sempre os primeiros a aderir aos planos preventivos e também a sair das crises econômicas” – André Luiz André da Silva, gerente da Tutores.

Com mais de 100 unidades em todo país, a Tutores espera em 2017 alcançar 200 unidades e 20% de aumento nas vendas.

Fonte: Assessoria de imprensa

#cwosp

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Laura Lopes

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    2 thoughts on “Franquias contam como conseguiram crescer na crise de 2016”

    • Startups em The First 6 months: 3 mitos desvendados | Coworking Offices

      14 de novembro de 2017 a 15:39

      […] Embora estes possam ser marcos na jornada de uma startup e ajudar em termos de visibilidade da marca, eles não garantem maiores receitas ou a adoção de seus produtos. Além disso, as startups […]

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    • Escritórios Compartilhados Coworking | Coworking Offices

      19 de dezembro de 2017 a 21:46

      […] uso de vários contratos, como o de locação com duração superior a 24 meses, fiança bancária, investimentos em obras, […]

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