Os Melhores Livros de Negócios de 2014

Os Melhores Livros de Negócios de 2014

Geoffrey James é arquiteto de sistemas e autor de diversos livros e artigos, além de palestrante em eventos do Gartner e da Wired e autor do premiado blog de negócios Sales Source. Neste post, ele sugere os livros de negócios que foram tendência em 2014. São livros em inglês, mas alguns devem em breve se tornar best-sellers também em português. Então, se você não sabe inglês, fique ligado ou aproveite para adquirir a versão online e arriscar um tradutor, pois são obras que agregam valioso conhecimento sobre o “novo” cenário mundial de negócios:

“How to Be a Power Connector”, de Judy Robinett

“Para você se tornar um mestre do relacionamento estratégico, precisa fazer mais do que apenas ligar, se importar e criar valor (embora esses elementos sejam os requisitos mais básicos de qualquer relacionamento). Você precisa: 1) identificar os relacionamentos que deseja possuir e alimentar; 2) ir além de apenas amigos, família e profissão e construir uma ampla rede de conexões; 3) usar um sistema para agregar valor a esses contatos regularmente; e 4) tornar-se o “conector entre as conexões” – ou seja, a pessoa que pode ajudar outras pessoas a chegar a um lugar aonde nunca chegariam se não fosse por você”, escreve a autora.

“The Ambitious Woman”, de Esther Spina

O livro é escrito sob o ponto de vista de uma mulher bem sucedida que não pegou o caminho mais rápido da alta tecnologia para enriquecer. Spina é uma mulher independente que conquistou o sucesso em vendas comissionadas, o que, na visão de Geoffrey, é provavelmente o trabalho mais difícil do mundo.
O que ela diz em seu livro: “Se você deseja ser bem sucedido, deve optar por fazer o que as pessoas ambiciosas fazem. O que dizer sobre a mãe que é uma dona de casa que sabe como lidar com seus filhos e manter a casa funcionando perfeitamente? O que dizer sobre uma mulher que pode equilibrar carreira e família? A mulher que está determinada a se formar, a mulher que é visionária e está tornando seu sonho uma realidade, a mulher que é consistente em caráter e na forma como vive a vida: todas são bem sucedidas. Porque? Porque são mulheres ambiciosas”.

 

“Money: Master the Game”, de Anthony Robbins

Geoffrey é um fã do autor há muitos anos, mais precisamente desde que decidiu deixar de trabalhar como executivo e tornar-se um escritor em tempo integral, após assistir uma de suas palestras. Já faz um tempo que Robbins lançou seu último livro, e este é particularmente relevante para quem tem passado por dificuldades econômicas nos tempos atuais. O que ele diz em seu livro: “O segredo para a riqueza é simples: encontre uma maneira de fazer mais para os outros do que qualquer outra pessoa; torne-se mais valioso; faça mais; doe-se mais; seja mais servil. E então você terá a oportunidade de ganhar mais – seja como dono do melhor food truck em sua cidade, o melhor vendedor da empresa onde trabalha ou até mesmo o criador do Instagram”.

 

“The Gen Z Effect”, de Tom Koulopoulos e Dan Keldsen

A tese deste livro é que a tecnologia, ao invés de separar as gerações, na verdade, as aproxima, e isso é parte de uma mudança maior na forma como as pessoas pensam os negócios e a vida. É uma leitura fácil, mas tem profundidade, de modo que você aprender muito e, mais importante, começar a ver as coisas de uma maneira diferente.

Uma citação dos autores: “As divisões geracionais estiveram em nosso caminho por muito tempo, minando nossa capacidade de inovar no que rapidamente tem se tornado um mundo pós-geracional. O pensamento pós-geracional requer que não apenas possamos mudar nossas percepções individuais das fronteiras entre as gerações, mas também construir organizações que possam fazer o mesmo”.

 

“Scrum”, de Jeff Sutherland

Você deseja trabalhar de forma mais inteligente, e não mais difícil, e este livro oferece algumas técnicas “do mundo real” para que isso aconteça.

Do livro: “Tradicionalmente, a gestão requer duas coisas em qualquer projeto: controle e previsibilidade. Isso leva a um grande número de documentos, gráficos e tabelas… e mais meses de esforço para planejar cada detalhe, de forma que não hajam erros ou custos acima do previsto para que as coisas sejam entregues no prazo. O problema é que o cenário previsto nunca realmente se desenrola na prática… cada projeto envolve a descoberta de problemas e arroubos de inspiração para resolvê-los todos. Tentar restringir o esforço humano a qualquer margem de manobra em tabelas e gráficos coloridos é tolice e algo fadado ao fracasso. Não é assim que as pessoas trabalham, como também não é como os projetos progridem. Não é como as ideias chegam à fruição ou como as grandes coisas são feitas”.

 

“The Soft Edge”, de Rich Karlgaard

As empresas gastam tempo demais se preocupando com o lado “hard” das coisas, como finanças e tecnologia, e não o suficiente com as mais “soft”, como a forma como as pessoas se sentem sobre o que estão fazendo e onde estão trabalhando. Este livro mostra como esse lado mais leve não só é tão necessário quanto o mais difícil, mas sem dúvida mais importante. Uma passagem: “O processo de inovação nas empresas é muito parecido com a resposta imunológica saudável em organismos vivos: pessoas que gostam da saúde a longo prazo não rompantes episódicos de saúde. Elas são saudáveis quase todo o tempo. Seus sistemas imunológicos rotineiramente lutam contra a maior parte das ameaças. Poderia o mesmo ser verdade para as empresas? A analogia se encaixa. Em grandes empresas, a inovação é uma resposta natural às ameaças”.

 

“Creativity, Inc.”, de Ed Catmull e Amy Wallace

Ao examinar Pixar e sua relação com Steve Jobs e com a equipe de profissionais recrutados por ele, este é um dos livros que deixa claro que a criatividade deve ser construída na cultura corporativa, não sendo um atributo de uma liderança isolada. Uma passagem: “Os melhores gerentes reconhecem e dão espaço para o que não sabem – não apenas porque a humildade seja uma virtude, mas porque até que se adote essa mentalidade, os avanços mais marcantes não podem ocorrer. Acredito que os gerentes devem afrouxar os controles, não apertá-los. Eles devem aceitar o risco. Devem confiar nas pessoas com quem trabalham e se esforçar para limpar o caminho para elas; e sempre devem prestar atenção e se envolver com qualquer coisa que crie medos ou receios. Além disso, líderes de sucesso abraçam a realidade de que seus modelos podem estar errados ou incompletos. Só quando admitimos que não sabemos é que podemos ter a esperança de aprender”.

 

“Business Without the Bullsh*t”, de Geoffrey James

O autor do livro é também o autor deste post, e revela que a motivação veio dos leitores que sempre pediam a ele um “guia de sobrevivência” ao mundo corporativo. Geoffrey afirma que esta é na verdade uma obra colaborativa, na medida em que os leitores do seu blog também contribuíram com os textos ao revisarem os primeiros capítulos. Uma passagem: “A sabedoria popular declara que os negócios são complicados e seus princípios difíceis de dominar. No entanto, embora todos os setores e cada profissão requeiram conhecimentos específicos, o negócio do negócio tende a ser bastante simples. No entanto, os meios de subsistência de centenas de milhares de consultores de gestão, analistas da indústria e treinadores de empresas dependem de manter as coisas complexas – porque, afinal de contas, uma vez que você percebe que o negócio é simples, por que os contrataria? Além da sua própria área de conhecimento, tudo que você precisa para ser verdadeiramente bem sucedido no mundo dos negócios é um punhado de segredos e atalhos”.

Fonte: INC.com

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