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Quatro maneiras de ser mais influente na web com o neuromarketing

Quatro maneiras de ser mais influente na web com o neuromarketing

Katya Andresen é diretora da “Network for Good”, que ajuda empresas sem fins lucrativos a obter recursos para aprimorar campanhas de marketing. Esta semana ela publicou um artigo interessante em seu perfil no LinkedIn, sobre como se tornar mais influente na web hoje em dia:

De acordo com Gerald Zaltman, professor da Harvard Business School, e uma boa parcela de neurocientistas, 95% do pensamento humano, da emoção e do aprendizado acontecem sem que tenhamos consciência do ocorrido. No entanto, dispendemos muito tempo na difícil tarefa de persuadir pessoas, nos concentrando nos 5% restantes com estatísticas, argumentos racionais e outros recursos. Mas especialistas em neuromarketing como Roger Dooley (autor do best seller norte-americano “Brainfluence“) querem mudar tudo isso. Eles estudaram como chamar a atenção da fantástica mente humana, e fornecem alguns insights interessantes – e por vezes bizarros – para isso. Aqui vão 4 deles:

Bebês reais

Apenas 150 milissegundos depois de visualizar uma imagem de bebê, o córtex orbitofrontal medial das pessoas – a parte do cérebro associada à emoção – torna-se cheia de atividade. Fotos de os adultos não despertam o mesmo efeito. Um experimento na Escócia mostrou que bebês também tornam as pessoas mais altruístas. Carteiras foram espalhadas pela cidade de Edimburgo, cada uma contendo uma das seguintes fotos: um bebê, um cachorro, uma família feliz e um casal de idosos – ou nenhuma foto. Quase 90% das carteiras com fotos de bebê foram entregues, seguidas por 53% das que continham fotos de cachorro, 48% das que
continham uma família feliz e 25% com o casal de idosos. Apenas uma em sete das outras carteiras sem fotos foram entregues por bons samaritanos. Quer que as pessoas se sintam envolvidas? Baby, a resposta é simples.

Lá nas alturas

Estudos atestaram um efeito positivo da altura sobre a generosidade e a cooperação. Um estudo da Universidade da Carolina do Norte constatou que as pessoas eram mais prestativas uma vez no topo, do que nos primeiros degraus de escadas rolantes. Este efeito também pode ser replicado para a tecnologia. Pessoas que viram vídeos filmados de um avião versus um carro eram muito mais cooperativas, porque tinham visto algo de uma perspectiva mais elevada. Você pode não ser capaz de posicionar seu produto ou causa em uma cobertura, mas você pode querer testar imagens de altas altitudes ou perspectivas na sua divulgação eletrônica.

Faça parte de uma tribo

Experiências realizadas pelo psicólogo Henri Tajfel levaram à teoria da identidade social, que sustenta que as pessoas tendem a classificar-se em grupos (ou tribos) e baseiam suas identidades, em parte, nessas associações. As implicações disso para as redes sociais são interessantes. Os grupos orgânicos que são criados online estão repletos de oportunidade para a identidade social em torno de produtos e causas. Você tem construído uma identificação com um grupo, nem que seja por uma praça mais arborizada no seu bairro? Se não, deveria pesquisar a respeito.

Golden mean

Pesquisadores da Universidade de Carleton afirmam que usuários decidem a atratividade de uma página web em um vigésimo de segundo, e que a primeira impressão se fortalece com o tempo e se correlaciona com as classificações do site. Como prender a atenção de um usuário tão rapidamente? Roger Dooley, especialista em neuromarketing e autor do best seller norte-americano “Brainfluence” sugere o “golden mean“, que é a relação entre largura e altura de 1.618 que se repete na natureza, no Partenon e nas conchas. O cérebro humano faz uma varredura em toda a massa encefálica e “ilumina” as áreas emocionais quando visualiza essa média. Portanto, pode valer a pena usar essa proporção online e criar uma identificação emocional instantânea com o usuário.

Trata-se de manipulação? Não exatamente: afinal, entender como as pessoas pensam e se conectam às suas estruturas mentais é como construímos um relacionamento (e um cliente). Insistir em uma perspectiva de mundo própria como um meio mais nobre de comunicação não é menos manipulador do que isso – mas é menos eficaz. Você prefere conectar-se com o modo de pensar de uma pessoa ou impor sua própria opinião?

Fonte: LinkedIn / Foto: Maria Pavlova/E+/Getty Images

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Laura Lopes

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