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Rubin: Como reprogramar sua vida profissional para a felicidade e o sucesso

Rubin: Como reprogramar sua vida profissional para a felicidade e o sucesso

Rubin: reprogramar sua vida profissional

Empreender nunca é fácil e nem sempre é divertido.

Para muitos empreendedores, a primeira ideia de negócio não acontece como o planejado, e muitos se sentem envolvidos por muito trabalho, mas nenhuma paixão.

Passado o “buzz” inicial de toda a liberdade que a ideia do empreendedorismo proporciona, você pode se dar conta que não ama o trabalho, ou o segmento que agora lhe serve de sustento.

Se é hora de parar e revisar produtos e serviços, redirecionar seu negócio e até mesmo reprogramar sua vida profissional, este post é para você.

Gretchen Rubin é atualmente a principal “autoridade” quando o assunto é felicidade; comanda um podcast chamado “Happier with Gretchen Rubin”, e seus livros sobre hábitos, tendências e felicidade, “Better Than Before”, “The Happiness Project” e “Happier at Home”, são todos best-sellers do New York Times.

Milhões de seguidores assistem suas transmissões ao vivo e acessam seu blog diário. Ela oferece várias dicas e insights sobre por que criamos certos hábitos, como devemos quebrá-los e pequenas mudanças que podem ter grandes efeitos sobre nossos níveis de felicidade.

Embora se considere “cheia de felicidade” agora, ela revela que já se sentiu incompleta e muito infeliz, e também sem a menor certeza do que fazer a seguir. Foi quando decidiu reprogramar sua vida profissional e se tornar a influenciadora que é hoje. Suas dicas para o sucesso são listadas abaixo:

Mantenha-se auto-consciente

Alguns dizem que a autoconsciência é algo que não pode ser ensinado. Mas Rubin discorda dessa ideia, e oferece grandes conselhos sobre como começar a conhecer a si mesmo. A primeira dica vem de sua própria experiência, quando ela percebeu que estava infeliz, embora ela já fosse muito bem sucedida em sua carreira na área jurídica.

“Quem você inveja? Porque a inveja é uma emoção muito, mas muito desagradável, mas também revela muito sobre nós”, diz. “Eu via as notas dos outros alunos na faculdade, as pessoas tinham trabalhos bacanas na minha área, e eu pensava, ‘mm, isso soa interessante.’ Mas quando as pessoas apresentavam trabalhos interessantes de redação e escrita, eu ficava doente de inveja”.

E começou a se fazer algumas outras perguntas também:  “O que você fazia para se divertir quando tinha 10 anos de idade? Qual parte do jornal você pega para ler? Quais livros você lê? O que você lembra facilmente? Essas são algumas das pistas”, revela ela.

Coloque de lado todos os “deveres” da sua comunidade, indústria, sociedade, família ou educação. Examine como você gasta naturalmente seu tempo, energia e emoções – o que te anima mais? O que você ama desde criança?

Busque educar-se

Finalmente, Rubin decidiu o que queria para sua vida. Ela seria uma escritora. Mas, o que ela faria primeiro?

“Fui à livraria e comprei um livro com o sugestivo título: ‘Como escrever e vender sua proposta de livro de não-ficção’ e apenas segui as instruções, literalmente.”

Pode ser tão simples quanto isso, e ainda mais simples agora, graças ao Google e à profusão de blogs existentes sobre qualquer tipo de indústria. Não negligencie este passo; Mesmo que você entenda o básico, pesquise a indústria, modelos de negócio e perfis de clientes do que quer que decida fazer na sua vida.

“Sempre busque educar-se a respeito de como as coisas funcionam. Você não precisa necessariamente começar da forma como a maioria das pessoas começa, mas procure saber como a maioria das pessoas alcança o sucesso no segmento onde deseja atuar”, diz.

Mesmo agora, com vários best-sellers em seu portfólio, Rubin ainda pergunta a autores iniciantes como se lançaram no mercado, e porque a indústria está mudando tão rápido. Quando se trata de aprender uma nova tecnologia ou tática de marketing, ela recomenda recorrer diretamente a um especialista.

“Eu sei 80% sobre muitas coisas, mas procuro obter conhecimento das pessoas que conhecem 100% sobre um determinado tema”, revela.

Use o conhecimento que você já possui

Rubin estava deixando sua carreira como advogada, mudando-se para um novo estado e tentando contratar um agente, mesmo sendo uma desconhecida. Como ela fez isso?

“Eu não tinha nenhum histórico”, lembra. “Então trabalhei duro na proposta do livro para que englobasse cada parte do que poderia ser feito”. Ela também usou sua carreira de advogada como um argumento de venda – ela era o tipo de pessoa que se dedicava muito em tudo o que fazia, com anos de muito estudo. E o mais importante: sempre fazia o que dizia que iria fazer. Ela então foi atrás dos relacionamentos que tinha na indústria editorial para que pudessem atestar sua postura e credibilidade.

Se você pretende saltar de uma carreira, negócio ou indústria para outra, considere tudo o que já possui, como anos de experiência e uma longa lista de contatos. Descubra como você pode usar esses ativos para ajudar nessa transição.

Cresça gradualmente

Escritores novatos acessam a plataforma de Rubin e ficam completamente assustados, diz ela, “pensando que terão que escrever o livro, e também manter um podcast, redes sociais, etc”.

“A questão é que essas coisas não dão tanto trabalho, uma vez já criadas e em funcionamento, mas é difícil colocá-las para funcionar e se familiarizar com elas e ter uma ideia de como melhor aproveitá-las, porque vamos ter que usá-las da nossa própria maneira, com nossa própria voz e audiência”, diz Rubin.

Se o seu objetivo final contempla muitas partes de um todo, como vários vídeos, tipos de conteúdo ou mais de um problema complexo para resolver, procure lançar apenas uma coisa de cada vez. Uma vez que estiver funcionando sem problemas, parta para a próxima.

Prepare-se para o sucesso!

A palavra-chave aqui é você mesmo. O trabalho de Rubin mostrou que diferentes tendências e tipos de personalidade exigem diferentes ambientes de trabalho para o sucesso e a felicidade. Você pode não precisar mudar de setor; talvez você precise mudar apenas seu modelo de negócio. Talvez você simplesmente precise ajustar quando e onde trabalha, ou quais as coisas que pode terceirizar.

Avalie seu trabalho até agora: você o executa melhor sob pressão externa ou precisa de espontaneidade e liberdade para trabalhar? Trabalha melhor em um espaço limpo, calmo ou em um ambiente caótico? E se pudesse amar seu trabalho simplesmente mudando-se para um espaço de coworking? Encontre o que funciona para você, abrace a causa e estruture sua vida de acordo.

“Uma vez que tiver feito isso, verá que tudo valerá a pena”, diz a escritora. “A melhor coisa para mim é acordar todos os dias com um único pensamento: sobre o quê quero aprender hoje? Esse é o meu trabalho. E é muito divertido”.

Fonte: Entrepreneur

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Laura Lopes

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    • Colaboração mata a criatividade segundo a Ciência | Coworking Offices

      11 de dezembro de 2017 a 18:12

      […] a ser criativo do que a pessoa que busca “interação” e “colaboração”. Forçar pessoas criativas a “colaborar” é algo que pode simplesmente frustrar a criatividade dessas […]

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