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Os 5 Livros que os Bilionários Não Querem que Você Leia

Os 5 Livros que os Bilionários Não Querem que Você Leia

Bilionários tem interesses

Atento ao que acontece no mundo dos negócios empresariais, o consultor e escritor Geoffrey James já chegou a fornecer uma lista de leitura recomendada de numerosos bilionários, como pensam e o que fizeram para “chegar lá”.

Mas há também o outro lado da moeda: conheça alguns livros que a maioria dos bilionários nunca recomendariam a leitura porque, em verdade, a sua ignorância é um dos seus maiores interesses. Conheça 5 desses títulos:

O Preço da Desigualdade (“The Price of Inequality”)

Subtítulo: Como uma sociedade dividida ameaça seu próprio futuro

Autor: Joseph E. Stiglitz (Ganhador do Nobel de Economia em 2001)

Resumo: Explica como interesses de poucos têm agravado as riquezas de um país às custas da maioria, favorecendo grandes empresas e riquezas geradas a partir de heranças, criando assim um ambiente hostil para microempresários e pequenas empresas.

Trecho do livro: “Notavelmente, no auge do capitalismo desenfreado, nos primeiros anos do século, um período em que a desigualdade aumentou a taxas históricas, não houve criação de emprego no setor privado. E se excluirmos a indústria da construção – baseada em uma bolha imobiliária – o recorde parece ainda pior.

O dinheiro investido no topo não necessariamente entrou para a ‘criação de empregos’ e inovação; boa parte disso vai para distorcer a política econômica e corromper políticos, especialmente nesta nova era de desenfreadas contribuições a campanhas de partidos políticos.

O que temos visto muito claramente é o uso comum da riqueza para levar vantagem em busca de renda sem valor agregado, tratando de perpetuar as desigualdades através de processos políticos”.

O Dinheiro dos Clinton (“Clinton Cash”)

Subtítulo: A história não contada sobre como e porque governantes e empresários estrangeiros ajudaram a enriquecer Bill e Hillary Clinton

Autor: Peter Schweizer

Resumo: O livro trata de uma minuciosa pesquisa das transações financeiras altamente questionáveis de uma família política eticamente desafiadora.

O livro lustra amplamente como Hillary Clinton está muito comprometida (e em dívida) com interesses financeiros escusos para conduzir uma reforma financeira significativa que os beneficiem.

Trecho do livro: “As negociações globais deste par político merecem tanta atenção do cidadão comum quanto as informações privilegiadas contribuições de campanha que recebem pelo Congresso.

Ninguém sequer chegou perto, nos últimos anos, de se enriquecer na escala dos Clintons, enquanto ele ou ela continuava a servir em cargos públicos nos EUA.

A capacidade de qualquer outro ex-político, seja um ex-presidente, senador, ou congressista, republicano ou democrata, de acumular grandes quantidades de dinheiro em um curto período de tempo é incomparável. Nem de perto”.

Dinheiro Obscuro (“Dark Money”)

Subtítulo: A história proibida dos bilionários às custas da ascensão da direita radical

Autor: Jane Mayer

Resumo: Explica como uma rede de pessoas extremamente ricas, com pontos de vista extremamente libertários, têm financiado um plano passo-a-passo para enriquecer sistematicamente mais e mais a si mesmos e derrubar regulamentações ambientais, educação pública, proteções trabalhistas e fiscais significativas e manipular possíveis regulações eleitorais a seu favor.


Trecho do livro: “Claro, ricos em ambos os lados do espectro ideológico há muito exercem um poder desproporcional na política americana.

George Soros, o investidor bilionário que bancou candidatos e organizações liberais, foi muitas vezes alvo de críticas pelos conservadores.

Mas os Kochs, em particular, definiram um novo padrão. Como destaca Charles Lewis, fundador do Centro para a Integridade Pública, um grupo apartidário: “Os Kochs estão em um nível totalmente diferente. Ninguém mais gastou tanto dinheiro. A enorme dimensão disso é o que os diferencia das demais pessoas.

Eles têm um padrão de quebra de leis, manipulação política e ocultação de fatos. Vivo em Washington desde o caso Watergate, e nunca vi nada parecido. Eles são a Standard Oil dos nossos tempos”.

Trabalho forçado (Bonded Labor)

Subtítulo: Combatendo o sistema de escravidão no sul da Ásia

Autor: Siddharth Kara

Resumo: Descreve a escravização violenta de milhões de homens pobres, mulheres e crianças que labutam na produção de inúmeros produtos a um custo mínimo para o mercado global, especialmente para consumidores nos Estados Unidos. Assim, revela que os acordos de “livre comércio” vendidos por ambas as partes para o público americano envolvem a substituição total de empregos sindicalizados domésticos pelo trabalho escravo sediado no exterior.


Trecho do livro: “O trabalho forçado é a forma mais extensa de escravidão no mundo de hoje. Havia cerca de 18 a 20,5 milhões de trabalhadores forçados no mundo no final de 2011, cerca de 84% a 88% dos quais se encontram no sul da Ásia. Isto significa que aproximadamente metade dos escravos no mundo são trabalhadores forçados no sul da Ásia e que cerca de 1,1% do total da população do sul da Ásia está enredada em trabalhos forçados”.

Salvando o capitalismo (“Saving Capitalism”)

Subtítulo: Para muitos, não só para alguns

Autor: Robert B. Reich

Resumo: Enormes corporações e seus aliados políticos criaram uma forma distorcida do capitalismo que redistribui a riqueza para as elites, eviscerando a classe média e criando pobreza generalizada, empobrecendo assim os potenciais mercados locais para startups e pequenas empresas.


Trecho do livro: “O debate sobre os méritos do livre mercado x um governo ativista tem desviado a atenção de várias questões críticas: como o mercado pode ser organizado de forma diferente da que era meio século atrás, por que sua organização atual não entrega a prosperidade amplamente compartilhada? Quais devem ser as regras básicas de mercado, afinal? Penso que o desvio de atenção sobre tais questões não é inteiramente acidental. Muitos dos proponentes mais ardentes do livre mercado – incluindo executivos de grandes corporações e seus advogados e lobistas onipresentes, habitantes de Wall Street e os seus lacaios políticos, e numerosos multi milionários e bilionários – tem por muitos anos reorganizado ativamente o mercado em seu benefício próprio  e preferem que estas questões não sejam examinadas”.

Fonte: INC.com

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Laura Lopes

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