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Crítica: É Possível Fazê-la Sem Ser Odiado Por Isso?

Crítica: É Possível Fazê-la Sem Ser Odiado Por Isso?

É difícil para qualquer um aceitar críticas. Se a pedimos, significa que, essencialmente, nos abrimos para observações negativas sobre nossas atitudes, estilo de vida ou algo que tenhamos criado. Se não a pedimos, é ainda mais difícil ouvir coisas sobre nós mesmos em que precisemos melhorar. Nunca é fácil dar esse tipo de feedback, mas há muitas maneiras de clarear um pouco as coisas. Eis algumas que você pode fazer para criticar com tamanha elegância que as pessoas serão mais propensas a amar você do que te odiar por isso:

Crítica: Planeje com antecedência

Preste bem atenção: o horário e o local onde a crítica é feita representam um papel importante na forma como ela é recebida. Certifique-se de dar um feedback para alguém em um lugar onde ambos estejam bastante confortáveis. Por exemplo, em algum lugar menos familiar, de modo que o assunto permaneça no local ao invés de acompanhar a pessoa em um ambiente de trabalho, por exemplo. Em última análise, porém, o melhor local se resume às circunstâncias específicas de cada indivíduo, assim como o horário: se o humor da pessoa melhora no decorrer do dia, definitivamente pela manhã não será o melhor horário para “más notícias”.

Seja pragmático na sua crítica

A crítica muitas vezes produz uma reação emocional, mas tente não mostrar muita emoção quando fizer a crítica. Diga o que precisa ser dito sem se deixar levar por esse fator emocional, ou o objeto das críticas poderá se sentir culpado por pensar que possa fazer com que você se sinta chateado ou com raiva (o que, lembre-se, NÃO é o caso aqui, mas apenas expressar a crítica).

Seja compreensivo

Apesar de pragmático, você também deve demonstrar que REALMENTE se preocupa com o assunto que gerou a crítica. Portanto sorria – espontaneamente e não com falsidade, é bom lembrar – e use a linguagem corporal a seu favor para demonstrar que está do lado da pessoa criticada (ou seja, a questão é o assunto e não a pessoa).

Seja específico

Fazer rodeios não ajuda, pelo contrário, só torna a situação mais tensa. Portanto, ao fazer sua crítica, não se esqueça de mencionar coisas específicas sobre o assunto em questão para que seu amigo, familiar ou colega de trabalho entenda o real efeito que a questão teve sobre você e os outros.

Mantenha o foco no aprimoramento

O ponto central da crítica é ajudar alguém a melhorar, por isso se concentre nas coisas que o objeto da crítica possa operar para tornar a pessoa criticada melhor ou mais madura a respeito do assunto tratado. Então ofereça algumas ideias para a pessoa se aprimorar, mas, ao mesmo tempo, não resolva o problema para ela (pois é “errando que se aprende”, já diz o ditado).

Não resolva o problema

O sujeito da crítica deve chegar a algumas conclusões por conta própria depois de receber seu feedback. Se você disser a ele tudo o que tem precisa fazer para melhorar sem deixar qualquer margem para que a própria pessoa possa encontrar seu caminho para a auto-aperfeiçoamento, a preguiça possivelmente vencerá (inclusive a preguiça de corrigir algo que tenha sido feito da forma errada e necessite de reparos). Portanto lembre-se de plantar a sementinha da mudança, verdadeiramente e sem exageros, ou sem levar para o lado pessoal.

Saiba quando o suficiente é o suficiente

É compreensível que você deseje explicar a alguém tudo o que precisa para melhorar, mas uma boa crítica consiste em dizer o que precisa ser dito em poucas e precisas palavras. Se seu amigo escreveu um roteiro ruim, por exemplo, procure não colocar defeito em absolutamente tudo o que você não goste a respeito do texto. Seja preciso e sucinto, e saiba priorizar o que deve ser pontuado, e não cada vírgula fora do lugar. Se o seu irmão está lutando contra um vício, por exemplo, evite apontar todos os casos em que o vício agravou a sua vida. Aponte o que for mais importante no momento, e deixe para trabalhar o resto mais tarde, em outro momento.

Conclua com algo positivo

Inverta as coisas: lembre ao sujeito da crítica por que ele é tão especial que vale o tempo que você gasta com ele para conversar e ajudar a melhorar. Pode ser de grande valia, inclusive, mudar um pouco o foco do assunto para que a conversa gire em torno das razões pelas quais essa pessoa é importante ao invés do porquê ela ter falhado (o que, vale pontuar, é bem diferente de fazer “rodeios” sobre a crítica em si).

Continuidade

Muita gente acha que a crítica acaba após o feedback. Essa é uma suposição perigosa. O sujeito da crítica provavelmente irá se sentir frágil depois de ouvir o que você e outras pessoas sentiram a necessidade de dizer, então é de bom tom acompanhá-lo para nas medidas que possam ser tomadas para melhorar as coisas. A crítica em si é difícil, mas temos sempre que lembrar que é apenas o primeiro passo de um longo caminho para nos tornarmos pessoas melhores.

Fonte: Lifehack

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Laura Lopes

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